Uma mulher em busca de um ménage – Dia 1


Meninas, eu simplesmente adoro acompanhar matérias que nos libertam sexualmente. Porque o sexo sem julgamentos, o sexo que queremos fazer porque queremos e só, é libertador. 

Libertador para a nossa essência, tá? Não estou falando aqui da liberdade que quero esfregar na cara da sociedade, que julga a torto e à direita. Tô falando do toque, da língua, do gozo, do prazer. É isso tipo de libertação a qual estou me referindo.

Foda-se o que vão pensar. Na minha cabeça, tudo o que eu preciso é ter vontade e um alvo que me cause essa vontade. Penso na satisfação desse desejo como algo fisiológico, por mais que a sociedade nos fale que, atualmente, o sexo faz parte da cartilha cujo capítulo discorre sobre a tal “liberdade sexual feminina”.

Na minha família, sempre fui a Joana d´Arc da era atual. E não tenho pudor algum se alguém sentar ao meu lado para falar sobre isso – acho que eu deveria ter feito faculdade de psicologia com aprofundamento em sexologia ao invés de publicidade.

Bom, voltando às minhas leituras, acabei de ver uma publicação feita pelo site The Cut, em uma seção que eles denominam como Sex Diaries. Ok, vou confessar que já me tornei assinante para poder traduzir tudo aquilo que acho interessante neste espaço do blog (com todos os créditos da(o) autora(r) e da própria matéria).

O título que eles usaram foi “Uma mulher de Los Angeles à procura de um ménage”. E dividiram a experiência dessa mulher em sete dias da semana.
E toda semana tem uma experiência nova, de uma situação inédita que uma mulher tenha passado. 

Eu vou colocar aqui a história de uma delas - anônima, óbvio - de 26 anos, fã de Grey´s Anatomy, solteira e heterossexual, que trabalha com o mercado digital.

Vamos conhecer, juntas, a experiência dela.
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DIA 1
11h – Meu amigo Brandon é gay. Ele está me escrevendo, perguntado se eu lembro do seu amigo Mark e se eu o acho fofo. Sim, Mark é lindo! Digo isso a ele e pergunto qual é o objetivo da pergunta, afinal, ele é gay. 
Brandon me diz que ele é bissexual, com ex-namorado também bissexual, e que ele gostaria de fazer um trio comigo.
Bem...
Para a maioria das pessoas esta seria uma proposta ultrajante. Mas Brandon sabe que eu gosto de assistir pornografia gay e sempre disse a ele que esse tipo de ménage é um dos sonhos que quero realizar. Digo a ele: “Passe meu número e vamos fazer isso”.

13h – O trabalho se arrasta e eu não consigo pensar em nada além do texto de Brandon.

15h – Mark me escreve. Depois de 15 minutos de conversa, entramos no assunto do ménage e previmos a data para o fim de semana. Porém, combinamos de tomar uma bebida, só nós dois, amanhã à noite após o trabalho.

16h – Comentei com algumas amigas, machos incluídos. Ok, eles são ciumentos, mas também são encorajadores. Um deles me disse que estou louca.

O fato é que eu sou. Especialmente quando se trata de sexo. Eu nunca estive em um relacionamento, o que significa que eu nunca fui namorada de alguém, nunca tive um namorado. Eu tive muitos rolos de longo prazo – situações não-monogâmicas que me foderam em níveis sentimentais profundos. Não há nada que eu queira mais do que isso agora.

18h – minha mãe me liga da Flórida. Eu não comento nada sobre o ménage para ela, apesar dela saber da maioria dos caras que passaram pela minha vida. Ela suspira e diz que minha irmã mais nova está noiva.

Amanhã tem o dia 2. Preparem-se!!!
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P.S.: CLIQUE AQUI para ler a íntegra da matéria "The L.A. Woman Looking Forward to a Threesome"

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