Aqui, ali, em todo o lugar
Há muito que se lutar.
"Eu posso não encontrar qualquer exemplo de como o feminismo pode ferir um homem. O feminismo não matou ninguém. O machismo nos mata todos os dias. De fato, 20 de nós todos os dias são estupradas no Peru". – Verónica Ferrari, feminista peruana.
Há muito o que protestar. Do Hemisfério Norte ao Sul. Do Leste ao Oeste.
No Brasil, estamos diante da notícia a respeito do estuprador - sim, ESTUPRADOR, porque de médico não tem nada - condenado a 181 anos de prisão mas que, devido ao seu estado depressivo, vai cumprir a pena em prisão domiciliar.
Tadinho, né? Na hora em que estuprou as pacientes em sua clínica de reprodução, ele não pensou em nenhum momento, nos danos que causaria à vida delas.
É assustador. É chocante. É inacreditável! O mais alarmante dessa história toda é que a autorização para que este absurdo acontecesse foi dado por uma juíza.
O nome dela? Sueli Zeraik. E há quem diga que ela apenas seguiu as leis. Faz-me rir. Só se for a lei do retrocesso!
Afinal, que porra de lei é essa se essa profissional do Direito tinha em mãos um laudo, feito pelo cardiologista Lamartine Cunha Ferraz, indicando que o paciente não necessitava de tratamento médico fora da prisão? Faz-me matar de rir de desgosto.
"O que fiz foi uma análise da cardiopatia dele, que é uma doença grave, mas que pode ser tratada com medicação. Apenas falei que ele deve ser tratado em qualquer lugar onde possa receber o medicamento adequado, na dose e no horário certos”, alegou
Na boa, essa juíza deveria acolher este criminoso em sua própria casa.

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